Sebrae avalia sustentabilidade nos pequenos negócios.
Sebrae avalia sustentabilidade nos pequenos negóci...
Alerta para Dengue. Faça a sua parte!
Biomatec investe em nova identidade visual.
Mozak ganha o prêmio Ademi 2011.
Exposição temática da Índia no CCBB.
Pepsi relembra inglês de Joel Santana com “Pode to...
Imodata e Generale fecham parceria de negócios.
Novo site da Agência Una já está no ar.
Zona Norte lidera valorização de imóveis no Rio....
Marketing digital imobiliário avançou em 2011
Moda orgânica abre nova loja, na região serrana.
Cresce número de lançamentos imobiliários em São P...
Mozak conquista prêmio Ademi 2010
Novo sistema de iluminação para a Avenida Paulista...
Avisos da natureza
Orgânica e sua mulher real
Biblioteca é reaberta em São Paulo
Una e L.ARQ juntas!
Seguro para os pais, divertido para as crianças
PRAZO PARA DECLARAÇÃO DE RENDIMENTO DAS MICRO E PE...
Desafio de verdadeiros parceiros
A imobiliária de alto padrão, agora, no Shopping M...
A natureza nos serve, se a servirmos.
Grafites em galeria virtual
Como tornar seu negócio ecológico?
Mais um sucesso da Montserrat!
Praça revitalizada em São Paulo
DE GRAÇA E IMPERDÍVEL!
Começa a nona edição da temporada de projetos do P...

Sondagem realizada pelo Sebrae junto a empresários de pequenas empresas revelou que a maioria desconhece o conceito de sustentabilidade, embora desenvolvam ações que mostrem sua aplicação no cotidiano. Apesar de 58% dos empreendedores afirmarem não ter conhecimento sobre o tema, na prática, entre 61% e 80% já realizam algum tipo de ação sustentável, como controle de consumo de energia, água e papel; coleta seletiva; e tratamento de resíduos tóxicos, tais como solventes, produtos de limpeza e cartuchos de tintas.
“Hoje, sustentabilidade é um diferencial de competitividade em todo o mundo, principalmente sob o aspecto do marco legal, já que as certificações de qualidade são requisitos para aquisição de produtos ou contratação de serviços”, diz o diretor-técnico do Sebrae, Carlos Alberto dos Santos. E, cada vez mais, observa o diretor, os consumidores estão mais seletivos e exigem produtos e serviços sustentáveis, ou seja, ambientalmente corretos, socialmente justos e economicamente viáveis.
A pesquisa mostra que grande parte dos empresários responde de forma proativa e até intuitivamente às demandas do mercado. A maioria (72%) considera que devem atribuir um alto grau de importância ao meio ambiente, enquanto apenas 17% acreditam que esse grau de preocupação deve ser médio, seguido por 6% (baixo) e 5% (que não souberam responder).
Os empreendedores também enxergam a sustentabilidade como um fator mais amplo, associado não somente ao meio ambiente, mas também às questões sociais e econômicas. Isso demonstra que o conhecimento dos pesquisados sobre o assunto não é nulo. Entre eles, 83% disseram que sustentabilidade está fortemente associada ao meio ambiente, 79%, aos assuntos sociais e 78% também aos econômicos. Além disso, para 47% dos consultados a preocupação ambiental representa oportunidades de ganhos.
Além de gerar lucros, 69% dos empresários entrevistados concordam que a adoção de práticas sustentáveis passa uma boa imagem para os clientes em termos de preservação ambiental, contra 17% que não acreditam nessa lógica e 14% que não responderam. Um elevado percentual dos pesquisados, 79%, tem consciência de que empresas com ações de preservação do meio ambiente podem atrair mais clientes. Apenas 12% não relacionaram o aumento de clientela a medidas de preservação e 9% não responderam.
“Os empresários implementam boas práticas com o objetivo de reduzir gastos, principalmente de insumos. Por isso, o debate ambiental passa necessariamente pela eficiência”, avalia o diretor do Sebrae. Segundo ele, é preciso aumentar a eficiência dos processos produtivos a partir do menor consumo de materiais renováveis, como energia e matérias-primas. A sondagem foi realizada pelo Sebrae com o objetivo de aprofundar a percepção sobre o nível de conhecimento das micro e pequenas empresas em relação ao tema e sua aplicação nos empreendimentos. Para isso, a instituição entrevistou 3.058 empresários de todo o país, nos segmentos de comércio e serviços (83%), indústria e construção civil (12%) e agronegócios (5%).
Fonte: Agência Sebrae de Notícias